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História

O Museu de Ciência e Tecnologia de Itajubá é um sonho acalentado há muitos anos pela AD-UNIFEI, previsto no Estatuto da FTS desde 1984 e que começou a tornar-se realidade nas gestões do Professor Renato de Aquino Faria Nunes como Reitor da UNIFEI e do Engenheiro Rubens Pinto Pinheiro como presidente da AD-UNIFEI Nacional, no ano de 2005. A engenheira Marita Arêas de Souza Tavares, então vice-presidente da AD-UNIFEI Nacional, discutiu o assunto com seu colega de turma Manuel Julio Vera Del Carpio, também Museólogo com curso de mestrado da PUC São Paulo. Manuel Julio demonstrou grande interesse e se dispôs a executar o anteprojeto de um Museu de Ciência e Tecnologia, que abrigaria também o Centro de Memória da Universidade, o que seria feito através da empresa DE VERA ARTES, de sua propriedade e da restauradora Florence Maria White de Vera, ambos com larga experiência nessa área. O anteprojeto foi apresentado em uma palestra realizada no dia 17 de maio de 2005, com a presença de mais de 100 pessoas, entre ex-alunos, professores e a comunidade local. Fato contínuo, o Reitor da Universidade nomeou dois Grupos de Trabalho: o “GT Centro de Memória”, coordenado pelo Prof. Fredmarck G. Leão, encarregado da recuperação do acervo, e o “GT de Ciência e Tecnologia”, coordenado pelo Prof. Newton de Figueiredo, responsável pela definição dos tipos de experimentos que comporão o Museu, dando suporte ao Engo. e Museólogo Manuel Julio que coordenará uma equipe multidisciplinar para execução do projeto final. Paralelamente, iniciaram-se contatos com o objetivo de identificar os caminhos para a obtenção de verbas de incentivo à cultura e à ciência que poderão viabilizar financeiramente o Museu, assim como o necessário tombamento dos edifícios do antigo IEMI que o abrigarão. Já em 2006 discutiu-se a missão do Museu e foi traçado o primeiro plano de ação que compreendia, além da sua institucionalização, o preparo da Fundação Theodomiro Santiago para que a mesma pudesse atuar como sua mantenedora, o que significaria a alteração de seu Estatuto, para torná-la de fato uma instituição de apoio a Universidade e mais ágil nas suas ações. Pretende-se que a estrutura do Museu seja implementada de forma metódica e a longo prazo, na expectativa de se tornar um dos principais marcos na comemoração dos 100 anos da Universidade. Primeiramente atendendo o acervo existente e a ser complementado, que prevê o restauro dos aparelhos e instrumentos pertencentes aos antigos laboratórios da UNIFEI, o resgate documental e de objetos para o atual Museu Theodomiro Santiago, assim como a valorização das peças por meio de sua catalogação. E, na seqüência, passando a adequar os espaços expositivos e de apoio aos serviços previstos para a instalação e funcionamento do Museu. Pela sua magnitude e valor cultural que um Museu dessa natureza representará para a sociedade itajubense, trata-se de um empreendimento que deverá contar com a participação e empenho, não só dos integrantes da família unifeiana, mas também de toda a comunidade.