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Ex-aluno faz doação de aparelhos e materias de telefonia para o Museu Theodomiro Santiago

08/10/2007

O ex-aluno Antonio Martins Ferrari (turma de 56) fez significativa doação para o Museu Theodomiro Santiago. Este Museu fará parte, no futuro, do Centro de Memória da UNIFEI, que por sua vez integrará o Museu de Ciência e Tecnologia de Itajubá, ainda em fase de concepção.

A doação constitui um rico acervo de aparelhos e peças de telefonia (conforme relação a seguir) acompanhados de etiquetas já preparadas para exposição e um CD-ROM de apresentação em pps sobre a história dos telefones, além de 12 quadros com fotos A4 dos telefones raros do século XIX e princípio do XX. Ferrari - que desenvolveu sua carreira profissional dedicada à área de telecomunicações na Ericsson do Brasil, onde trabalhou até se aposentar - também doou para o Museu o seu projeto de fim de curso, de 1956, relativo ao Aproveitamento Hidrelétrico da Cachoeira de Aiuruoca, em dois volumes: um em tamanho A4 com o texto e um álbum tamanho A0 com os desenhos.

Relação de Aparelhos e Materiais de Telefonia para o Museu Theodomiro Santiago:

- Dinamômetro miniatura usado para medir pressão de contatos em relés telefônicos (Ericsson);
- Telefone Ericsson fabricado em São José dos Campos (1955). (A fábrica produziu cerca de 60.000 desses aparelhos até passar para modelo mais moderno);
- Telefone GTE ( General Telephone & Electronics);
- Telefone Sonofone da Standard Electrica S. A. Rio de Janeiro (1960);
- Dialog de mesa com disco Ericsson (1962);
- Speaker da Ericsson, telefone projetado no Brasil, 1980 (Havia modelo com relógio calendário);
- Minitelefone da Ericsson (telefone em uma só peça, pode ser usado na mesa ou na parede), projetado no Brasil 1985;
- Módulo de disco da família Dialog;
- Substituto eletrônico do antigo magneto de telefones para sistemas Bateria Local, para ser usado na família Dialog;
- Dialog modelo de parede (este exemplar não está equipado com o módulo de disco e destina-se a sistemas telefônicos Bateria Central);
- Telefone modelo Speaker da Ericsson (1985);
- Telefone padrão Telebrás (fabricado pela Splice de Sorocaba-SP);
- Módulo para Dialog
- cordão espiralado extensível para até 5 metros (nos anos 60 ainda não havia aparecido o telefone sem fio – permitia levar o telefone para outra dependência da casa);
- Caixa terminal de parede. (Na época não era permitido telefone plugável. Esta caixa era denominada “roseta”);
- Cordão sobressalente para telefone padrão Telebrás;
- Plugue telefônico (1940);
- Listão de botões Ericsson (Era componente muito comum nas centrais telefônicas eletromecânicas);
- Válvula termoiônica, comuns nos rádios e TV antes da invenção do transistor (1947). (Esse modelo já era modernizado e menor, modelo “miniwatt’ da Philips. Com o tempo esse componente diminuía sua emissão catódica - válvula cansada - e precisava ser substituído. Era um item de consumo);
- Telefone Ericsson modelo 1942 (primeiros telefones de baquelite. Fase da época pré-plástico. Os plásticos e polímeros moldáveis a quente somente apareceram após a Segunda Grande Guerra (1938-1945).
- Telefone Padrão Telebrás com teclado; - Telefone Siemens com botão “terra” para uso em PABX;
- Sistema de telefones domésticos (um aparelho mestre para oito ramais e dois secundários) com diagrama para instalar essa aplicação no Museu).



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